Quem Somos

O Grupo Semear de Ação Social nasceu em 2014 e vem desenvolvimento ações de assistência a famílias em estado de necessidade.

Confira parte do trabalho desenvolvido:
  • Visita de Assistência — são realizadas visitas nas casas de pessoas que chegam solicitando ajuda, onde se pode conhecer a realidade, se aproximar e identificar de que forma se pode ajudar.
  • Domingo Solidário — são feitas doações de roupas, calçados, brinquedos e acessórios para pessoas carentes, além de atividades culturais e palestras.
  • Brechó Solidário — Venda de peças de roupas para arrecadação de dinheiro, a ser investido na compra de cestas básicas, custeio de deslocamento para visitas e fretes para entrega de doações.
  •  Inserção Profissional - o grupo envia currículos de pessoas desempregadas às Agências de Emprego parceiras, buscando recolocá-las no mercado de trabalho.
  • Visitas em asilos — o grupo visita asilos para levar amor, carinho e atenção aos moradores.

CENÁRIO

O Grupo sempre buscou fornecer atendimento a pessoas com necessidades, famílias de fora que chegam na cidade, assim como vítimas de incêndios e catástrofes.

Diante da atual situação econômica do país, o Grupo Semear de Ação Social tem enfrentado desafios, como a assistência às famílias em que seus responsáveis perderam os empregos, bem como o auxílio na recolocação dos mesmos no mercado de trabalho.
São diversas famílias que chegam semanalmente procurando auxílio para enfrentar este momento de crise. Suas necessidades vão desde o
alimento para servir a mesa, até o encaminhamento de currículos e indicação para vagas de emprego.

As pessoas desempregadas possuem diferentes características, tendo desde o pintor autônomo, passando por formados em diferentes áreas, até o empreendedor individual.


A maior preocupação percebida nos pais e mães de família é a necessidade de honrar seus papéis dentro de casa, mantendo as condições básicas de vivência em um lar.


No presente momento, o Grupo apresenta baixa arrecadação de alimentos, o que tem deixado famílias sem assistência. Além disso, não se tem encontrado vagas de emprego para recolocação destas pessoas.

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